terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Cibercultura

A cibercultura é caracterizada por uma mudaça sociocultural instituida na modernidade, com  o avanço das redes de comunicação por meio de artefatos eletrônicos, através dos quais o homem conseguiu atingir distâncias cada vez maiores e mais rápida para aprimorar a comunicação, através de sites ou redes sociais, onde através internet as novas informações surgem em milésimos de segundos com todo o conteúdo que se possa imaginar.
 A escrita no ambiente virtual pode ser tanto off-line, Cd -Room quanto on-line, internet e diante dessas novas formas de conhecimento não podemos mais agir apenas como espectadores, mas sim interagindo com a obras, já que a cada novo clique uma nova informação aparece, surgindo então a comunicação de massa baseada na representação do mundo, proporcionando a troca de informações sob as mais diversas formas, como cinema,internet, radio, televisão, etc.
 A cibercultura mostra como as novas tecnologias estão sendo utilizadas como ferramentas para compartilamento de informações, emoções de convívio e até de formação de comunidades.No entanto isso não permite que acabe com o convivio social, pois todo trabalho acadêmico de empresas, comercial ou governamental é caracterisado por relações contratuais, formais e institucionalizadas, tornando-se uma invenção do mundo cotidiano para a convivência em sociedade.

Lucineide L. Ventura

Cinema!!

Já que estamos falando, estudando e discutindo sobre tecnologia, mídia, tv, enfim tudo relacionado a Era digital achei legal dá uma dica para os cinéfilos deste blog, é o filme A Rede Social .

Sobre o filme: Um nerd sem habilidades sociais, mas querendo se tornar descolado. Um par de gêmeos mauricinhos com dinheiro e ideias, mas não espertos o bastante para executá-las. Um brasileiro estudando em Havard com mau gosto para roupas e movido pelo eterno impulso de satisfazer o pai. Bem-vindo a era das relações de mentirinha de "A Rede Social", em que as emoções e expressões estão apenas a um toque de distancia.
Dirigido por David Fincher ("O Curioso Caso de Benjamim Button" e "Clube da Luta"), a partir de um roteiro de Aaron Sorkin ("Jogos de Poder" e a série de TV "The West Wing"), baseado no livro "Bilionários por Acaso", de Ben Mezrich, o filme tem como mote o nascimento do Facebook, mas seria reducionista demais dizer que trata apenas dos bastidores da criação de um site.
"A Rede Social" aspira, e consegue em boa parte do tempo, ser o retrato de uma geração que nasceu com o boom da Internet e, ao chegar à idade adulta, descobre que a interação humana não é necessária para haver interatividade.
O filme começa com diálogos incessantes e pouco importa do que se depreende deles. O objetivo é entender que os jovens se interessam por informação - em grande quantidade, pouco importa sua qualidade ou profundidade. O mesmo se aplica aos relacionamentos, sejam amorosos ou simples amizades.
Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg, de "Zumbilândia") difama sua namorada Erica (Rooney Mara) na Internet depois de levar um fora dela. Não bastasse isso, inventa um site onde garotas "competem" por votos para serem escolhidas as mais bonitas de Harvard.
O que começa com uma brincadeira, se torna alvo de um processo milionário envolvendo a criação de um site de relacionamentos que mais tarde viria a ser - e é até hoje - conhecido como Facebook. Ele enfrenta os gêmeos Cameron e Tyler Winklevoss (Armie Hammer) e o brasileiro Eduardo Saverin (Andrew Garfield), sempre com a mesma pose parte blasé, parte nerd.
Zuckerberg é uma figura paradoxal. Com pouco trato para laços sociais, se torna o criador do site de relacionamentos mais usado do mundo. Apesar de manter os nomes reais dos personagens, o filme de Fincher não se preocupa em ir, no que se refere à questão de biografia, além daquilo que já se conhece da repercussão da criação do site, dos processos e tudo o que os envolvem.
O diretor cria "A Rede Social" como um thriller sobre disputas intelectuais e relacionamentos reduzidos a códigos de computação. Logo de início, é Eduardo que ganha a simpatia do público como um personagem frágil e sempre preocupado em não decepcionar seu pai. Mark, ao contrário, é sutilmente arrogante, com olhar soturno parece não deixar de analisar nenhum ângulo de qualquer situação - o que parece transformá-lo numa figura fria e calculista.
Só com a entrada de Sean Parker (Justin Timberlake), Mark vai se convencer da possibilidade de ganhar dinheiro com o site. Sean, um dos criadores do Napster, que revolucionou a forma como as pessoas distribuem música, ganha a confiança de Mark com seu modo divertido e bon vivant, e eles se tornam parceiros.
Fincher sempre foi um diretor de apuro técnico o que, muitas vezes, esfria seus filmes ou deixa as emoções enterradas bem lá no fundo. Aqui essas características são bem pertinentes. Os jovens criadores do Facebook são herdeiros - ou porque não filhos? - daqueles yuppies depressivos de "Clube da Luta". Se distribuir socos era uma forma de interação social no filme de 1999, aqui, uma conexão com a Internet pode trazer efeitos mais perigosos do que uma noite de troca mútua de sopapos.
"A Rede Social" é um daqueles filmes que chegam a ser assustadores por serem capazes de captar com tanta sagacidade o momento em que vivemos. Daqui a alguns anos, quando outras obras se debruçarem novamente sobre esse período, provavelmente o retratarão com senso mais crítico - mas sem o frescor e a confusão de levar para a tela a vida do lado de fora do cinema naquele momento.
 ( Fonte: Cineweb )

*Quem achou interessante, depois for  assistir deixem comentários.

Fernanda Ribeiro

Feliz Natal e Vida Maria

No trecho do filme Feliz Natal  mostra uma realidade atual, de que estamos cercado de tantas informações
que mesmo que os pais ou a escola não queira tratar de algum assunto, no caso do filme a menstruação (sexulalidade), a mídia ensina muito bem (internet, TV). O perigo está aí, essas crianças vão está aprendendo de forma "equivocada", já que não terá a presença dos pais ou professores para instruí-lo corretamente. Já no filme Vida Maria me chama atenção é o "ciclo das Marias'', onde existe algo repetitivo que acaba tirando a possibilidade da Maria seguinte de viver de uma outra maneira, até mesmo de sonhar. Fazendo uma analogia com educação, isso acontesse frequentemente, quando um professor não criar novas possibilidades daquele aluno se tornar uma pessoa diferente com uma consciência critica. Uma boa parte  dos educadores preprerem repertir os "ciclos", já que é bem mais fácil para eles usar em sala de aula algo que já está pronto sem se preocupar com os sonhos, necessidades e relidades dos alunos. 

Fernanda S.Ribeiro

As novas tecnologias e o grande embate contra o cuspe e o giz

Através da tecnologia temos visto ser cada vez menos utilizado o quadro negro, o giz e a voz (o cuspe - argh!!!). As novas formas de difusão de conhecimento são tão eficazes, mas ainda nos debatemos contra o estigma do passado, pessoas presas ao velho conceito de ser detentor do saber. A não oportunidade da criação, da liberdade, e da descoberta. Conduzir ao conhecimento através da descoberta, da criatividade, pois, ela é tão grande e tão presente na curiosidade de nossos alunos. Portanto precisa ser difundida, oferecida em doses NÃO homeopáticas, mas, de forma abrangente, reveladora e principalmente libertadora. Incentivar os alunos a buscar as informações que irão fazer deles seres humanos mais bem resolvidos, capazes de gerir seus próprios destinos e resolver seus problemas de forma bem mais fácil. Temos tudo para ser colaboradores de uma educação com finalidades claras e objetivas, dentro de curriculos que sejam úteis e tragam aos alunos aquilo que realmente eles irão necessitar ao longo de suas vidas, CAPACIDADE DE PENSAR. 
  
     No decorrer das aulas discutimos sobre tecnologia da comunicação. Os autores Joseph Straubhaar e Robert LaRose discute a  nova dinâmica dos meios de comunicação onde mostram as convergências existentes nas tecnologias da comunicação (computador, TV, telefone e  etc.) e a sua influencia em toda sociedade. Com as novas tecnologias houve mudanças nas relações sociais e na forma de produzir e armazenar conhecimento e informação. Com o aumento dessas tecnologias passamos a fazer uso do termo ‘Mídia’, que a cada dia ganha mais força e influência na sociedade. André Lemos discute a cultura das mídias e a cibercultura, esta seria a interação entre o social e o tecnológico. A cultura das mídias tem o poder de transformar o mundo e abre espaço para a aplicação do moderno afastando o método tradicional de comunicação. Temos vários tipos de comunicação (intrapessoal, interpessoal, em grupo, de massa e interativa). A comunicação interativa é atualmente a mais falada pelo fato de pertencer a Revolução Digital. Concluímos que se faz necessário que todos nos  estejamos inseridos nessa ‘Era tecnológica’, pois estamos cada vez mais dependentes das tecnologias, em todos os setores da sociedade inclusive na educação.
Fernanda S. Ribeiro e  Vanessa Mendonça

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Vida Maria e Feliz Natal

Vida Maria e Feliz Natal
Os dois filmes abordam uma realidade bem diferente, mas com o mesmo objetivo que era aprender. O filme Vida Maria retrata a vida de uma menina chamada Maria José que queria aprender, mas para sua mãe a educação era perca de tempo e assim ela teve que conviver  com essa  ideologia e passando para suas gerações. Pois, naquela época  não existia recursos tecnológicos, financeiros e pessoas que não tivessem  a mesma visão de mundo de sua mãe.
Já em Feliz Natal o conhecimento foi limitado também  mas, o mundo já era outro  e as crianças não se deram por satisfeita por não terem aprendido. Então, descobriram que  na internet eles podem buscarem resposta para o que eles queriam aprender.  Infelizmente, no contexto que Maria estava inserida essa ferramenta estava muito longe de ser usada por ela tornando ela uma pessoa com uma visão de mundo pequeno.
Porém, essa realidade de Maria acontece em muitos lugares que não valorizam a educação como todo. Assim, cabe a nós como futuros educadores conscientizar como a educação é importante para que não aconteça com outras pessoas.      
  

Ana Kátia dos Santos

domingo, 5 de dezembro de 2010

 Atualmente estamos vivendo em uma era digital e isso contribui bastante para o desenvolvimento e compartilhamento de dados cada vez mais avançados, então nas práticas pedagógicas só terá a somar para a sua praticidade, que contribui também para a educação conteporânea, após debatermos sobre as TICs em nossa opinião as novas tecnologias só vem a somar em nosssa educação é na verdade uma mistura de educãção e desenvolvimento, portanto achamos que as tecnologias devem está sim associadas a educação com o objetivo de melhorar o desenpenho tanto de alunos qunto dos  professores pois com tanta tecnologia em nossas mãos  temos  mais [é que aproveitá-las e usufrui-las para nos adequarmos a nossa civilização.
          Mas é lógico que devemos ter consciência ao usar e também devemos aperfeiõar os nossos conhecimentos para sabermos como passar  para os nossos alunos de um maneira que os transmita a real importância e valor das TICS , pois se não tivermos cuidado pode chegar a assustá-los com tantas  tecnologias que estão ao nosso alcance.
 Danielle dos santos e Michele Souza dos Santos